| 1.Quando começou as oficinas em Guapimirim. O que o motivou a vir pra cá. E qual a resposta que você teve dos primeiros alunos? |
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Meu primeiro trabalho foi em 2009. Durante o ecoguapi, o início do curso foi em março de 2010. A vontade de movimentar um novo grupo de teatro, foi o que motivou. Além de educados, os novos alunos são bastante interessados. |
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| 2.Já realizou apresentações na cidade para as turmas formadas em Guapimirim. Conte-nos um pouco da experiência e recepção? |
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Nossos alunos já estão se apresentado e com muito êxito. Sinto que a população de Guapi clama por eventos culturais. Ou seja, se tiver apresentação, vai ter platéia. |
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| 3.Depois que foi feita uma primeira paresentação aberta ao público em 2010, você acredita que fortaleceu a cultura do teatro na cidade? |
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Isso mais o primeiro festival de inverno, que trouxe para cidade, bons espetáculos. |
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| 4.O que o teatro, a interpretação e os palcos representam na sua vida? E como as artes cênicas podem ajudar na formação de uma pessoa? |
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Descobri bem sedo que era o meu caminho, a profissão e o dinheiro veio bem depois. Cada um nasce com um dom, o meu é esse. Até trabalho em outras áreas, mas o teatro é o que me faz feliz.
O teatro transforma o ser humano, apresenta novas experiências e possibilidades. Tem que estudar muito, e isso somado a busca por conhecimento, faz com que o ser humano se aprimore cada vez mais, nos torna mais comunicativos e extrovertidos.
E isso nos dias de hoje é sinonimo de uma boa colocação no mercado de trabalho. |
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| 5.Ainda sobre os aspectos sociais, como, de forma abrangente, o teatro pode ajudar a construir uma melhor cultura em uma cidade como Guapimirim? |
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Um povo não pode ficar sem cultura, arte e informação. O distanciamento disso, vai aproximá-lo cada vez mais da pobreza. Um povo bem informado e cercado de cultura, certamente vai escolher melhor, seus governantes. |
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| 6.Como você enxerga hoje, a imagem do teatro no cenário nacional? |
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Infelizmente estamos caindo em uma mesmice. Muita comédia sem sentido, proximidade com a tv, ingressos caros e patrocínios sempre nas mãos dos mesmos produtores. |
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| 7.Sobre os alunos que teve e que estão hoje nas oficinas o que mais lhe chamou a atenção, como educador? |
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O respeito! Vivemos um momento em que a mídia mostra alunos agridindo professores em salas de aula. Daí, sempre ficamos em estado de alerta. Mas os alunos que convivo, são diferentes. Acho que o gostar da arte e a busca por ela, os torna diferentes. |
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| 8.Pensando na exploração positiva do teatro, como empresas e organizações podem contribuir para a expansão do teatro e espetáculos culturais? |
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Existem várias possibilidades, dependendo do tamanho da empresa. Leis, retorno de mídia positiva, isenções, ir, etc... Mas o principal é se informar. Se a empresa não têm um setor ou profissional contratado, pode começar entrando nos sites do governo, para se informar sobre políticas culturais. Pois a maioria não patrocina ou apoia por achar que esta dando esmola. |
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| 9.A sua Companhia, Ocus Phocus, esteve presente no I Festival de Inverno de Guapimirim. Acredita que isso já reflete uma maior valorização do teatro? |
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É certo que sim! Toda prefeitura tem um setor e verba para eventos culturais, se não o faz é por que não quer. Sinto que Guapimirim está no caminho certo. E torço por outros eventos. |
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| 10.Você, hoje, ministra o curso e oficina de teatro em Guapimirim. Conte um pouco mais sobre e aproveite para convidar nossos leitores... |
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O curso acontece na A. C. Nascente Pequena. Hoje tem o apoio do instituto da criança, as aulas são gratuitas.
Quartas e quintas das 18:30 as 21:30 – divididas em duas turmas: jovens até 17 anos e a partir de 18 anos.
Ainda temos 05 vagas turma jovem e 10 vagas turma adulta.
Assista uma aula e descubra-se! |
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